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Despedida de Beat e Úrsula Roggensinger emociona.

01/06/2018
de Davi
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A quadra de esportes do colégio Vicente Lopes de Demerval Lobão (PI) ficou pequena com a quantidade de pessoas que compareceram no último dia 12 de maio ao culto de despedida do casal Roggensinger.
O culto, dirigido pelo pastor Cleber Campos foi marcado por testemunhos, louvor e participações. Todos queriam deixar uma mensagem de carinho, amor e agradecimento ao casal que ao longo de 28 anos no Brasil deixam um legado de muito trabalho e amor pelo Sertão Nordestino.

São vidas que inspiram e impulsionam missionários a desbravarem e proclamarem o Evangelho aos sertanejos, que, além de sofrerem as privações oriundas do Sertão também perecem sem o alimento espiritual.

O culto de despedida foi também uma oportunidade de rever o casal, especialmente para aqueles que nunca mais haviam mantido contato com eles. Beat e Úrsula Roggensinger retornam à Suíça no começo de junho onde continuarão exercendo suas atividades e ministério.

 

 

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Haggai capacita 54 Líderes do Nordeste

29/05/2018
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O Instituto Haggai realizou nos últimos dias 19 a 23 de maio, no Centro Evangélico Rancho da Lua, o curso de Liderança Avançada alcançou 54 líderes, pastores e obreiros dos estados Paiuí, Maranhão e Ceará, de 9 denominações diferentes.

Os alunos foram divididos em duas turmas onde foram abordadas as seguintes disciplinas: Liderança Eficaz; Visão, Alvo e Gestão de Projeto; Integridade e Prestação de Contas; Prioridades e Família; Evangelismo e Discipulado; Criatividade no Evangelismo e Finanças e Captação de Recursos.

Foram 05 dias de intenso aprendizado entre aulas, devocionais e desenvolvimento de projetos. Além dos momentos de comunhão, os participantes descrevem momentos de aprendizagem e edificação.

Um aluno relata: “Foi impactante, me trouxe uma sensação que preciso avaliar conceitos.” Outro aluno disse que as “ministrações foram muito abençoadoras e despertaram muitos sentimentos,” e “com certeza irão me ajudar a repensar e dar prioridades para o que é mais importante.”

Infelizmente esse terá sido o último NAC do Haggai no Nordeste nos próximos anos. Os cursos NAC porém, cuntinuarão sendo oferecidos normalmente na sede do Instituto Haggai em Campinas (veja no site haggai.com.br).

Esperamos que no futuro o Instituto Haggai volte a organizar cursos de capacitação no Rancho da Lua.

Mais fotos podem ser encontradas no album: http://www.prosertao.org/haggai-capacita-54-lideres-do-nordeste/

 

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Conferência discute tema que desafia para a realidade do Sertão

09/04/2018
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Nos últimos dias 7 e 8 aconteceu em Barão do Grajaú (MA) e em Floriano (PI), Conferência Sertaneja de Aniversário com o preletor Beat Roggensinger. Com o tema “Levando o Evangelho aos povoados” baseado em Mateus 9:35, o pastor e missionário desafiou a todos os participantes sobre a necessidade de fazer missões no Sertão, além de ter sido feita uma reflexão sobre o trabalho nos povoados em Floriano e em Barão do Grajaú.
Além de palestra, a conferência contou com músicas regionais, testemunho da missionária Eloiana e consagração de Ágatha, filha dos missionários locais Micael e Mayuk.

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Assembleia Geral aprova nova diretoria da PróSERTÃO

09/04/2018
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A PróSERTÃO realizou no último dia 6, Assembleia Geral na nova sede. Na oportunidade foram aprovadas alterações no estatuto, além de eleição de nova diretoria e aprovação de novos membros. Aprovado por unanimidade, o novo presidente da organização é o pastor e missionário Simon Pascal Reifler; o vice presidente é Raimundo de Carvalho; o primeiro secretário André Kohlrausch; segunda secretária Esther Sousa; primeiro tesoureiro Cleber Campos e segunda tesoureira Claudete.
Após a reunião, o pastor Beat Roggensinger, um dos fundadores e idealizadores da PróSERTÃO proferiu uma palavra de despedida, já que no final de maio, retornará para a Suíça: “Estar aqui na nova sede da PróSERTÃO é um sonho realizado. Alguns aqui, talvez eu não veja nunca mais, mas continuemos firmes no propósito de levar o evangelho para aqueles que ainda não conhecem Jesus”, disse.

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Conferência Sertaneja de Aniversário terá tema desafiador

06/04/2018
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Amanhã (7) e domingo (8) será realizada a Conferência Sertaneja de Aniversário, em Barão de Grajaú (MA) e em Floriano (PI). O preletor será o pastor Beat Roggensinger com o tema: Levando o Evangelho aos povoados (Mateus 9:35). A conferência é sob realização das Igrejas Cristãs Evangélicas em Barão de Grajaú e Floriano.
“ Na conferência, vou falar sobre a visão de Jesus que enxergou as necessidades do povo e a falta de visão do povo de Deus que precisa de colírio (APC 3:18). A missionária Eloiana vai estar no Congresso, pela primeira vez depois de receber tratamento de câncer. Ela vai testemunhar em Barão de Grajaú. Espero que esses dias de evento sirvam para que haja um despertamento para as coisas eternas, para valores essenciais. Em Floriano, minha expectativa é que haja um “mover” dos crentes, que eles abram os olhos e assumam realmente um compromisso diante do Senhor!”, afirmou Beat Roggensinger.

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Beat e Úrsula Roggensinger: exemplos de abnegação e dedicação ao Senhor!

06/04/2018
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Cultos de despedida marcarão o encerramento de suas atividades no Brasil

O casal Beat Roggensinger e Ursula Roggensinger encerra seus trabalhos no Brasil e retornam para Suíça no dia 31 de maio. Para homenagear o casal de missionários, será realizado no próximo dia 14, culto de despedida na Igreja Cristã Evangélica, em Colônia do Gurguéia, no Piauí. Dia 12 de maio, será o culto de despedida em Demerval Lobão (PI).
Foram 30 anos dedicados ao serviço missionário no Sertão. E não foram anos muito fáceis. Como todo missionário, o casal enfrentou muitos desafios e dificuldades, como também, foram muitas as vitórias e bênçãos conquistadas. Na Suíça, o casal permanecerá divulgando as necessidades reais do Sertão e engajando missionários para se envolverem com a obra.
Antes de tudo, vamos falar um pouco desse casal que desenvolveu um ministério com excelência no Brasil e que, por onde passa, semeia amigos, carinho, amor e generosidade. Na entrevista, o casal vai nos contar um pouco sobre ministério, projetos e família. Confira:

1. Sabemos que vocês são também palestrantes sobre assuntos de família e nada melhor como a experiência de vida para ensinar melhor. Como pais de três filhos, como foi a criação de seus filhos em terra estranha, sem nenhum parente por perto para auxiliar e que conselhos dariam aos pais de primeira viagem que passam pela mesma experiência que um dia passaram?
Beat: O problema era que nos faltou às vezes uma avó para cuidar dos filhos, principalmente quando a gente quis passear. E outro desafio era que os pais brasileiros achavam que nós, estávamos criando os nossos filhos de forma errada.
Ursula: É verdade, os parentes fizeram falta, mas tínhamos a nossa família brasileira aqui. Para nós foi importante não isolar os nossos filhos, ele brincaram com os vizinhos, as crianças da vizinhança brincaram em casa. Nossos filhos até dormiram na casa de amigos enquanto fizemos uma viagem de trabalho. Confiamos que Deus cuida dos nossos filhos e os nossos amigos brasileiros adotaram a gente como membros da família deles. Isso foi e é uma experiência tão especial! É uma grande benção para nós.

2. Deixar sua terra natal, seus parentes, casa e amigos não é algo fácil. Requer muito amor pela a obra e principalmente, sentir realmente o chamado de Deus. Para vocês, quais foram as maiores dificuldades enfrentadas nesse período? O que foi realmente mais desafiador?
Beat: Primeiramente era o português, ou seja, a comunicação, mas também, questões culturais, ou seja, nós fomos criticados quando ensinávamos princípios bíblicos, pois isto no Brasil não funciona por ser uma cultura diferente. Hoje, vencidas estas dificuldades a gente reclama da falta de mudanças (desenvolvimento) por conta de uma mentalidade que não permite mudanças.
Úrsula: No começo a maior dificuldade foi a língua, a de não sabermos nos expressar bem. Não tínhamos telefone em casa nem existia celular. Depois, chegou o tempo que os filhos com 7 anos de idade tinham que estudar em Belém (1500km longe da gente). Hoje em dia, um desafio são os nossos pais velhos e doentes.

3. Assim como as dificuldades, as bênçãos também são inúmeras. Relate-nos algumas das experiências missionárias que mais lhes marcaram.
Beat: Fundamos algumas igrejas, mas o que nos ainda mais alegra é que a escola do ensino fundamental até hoje está funcionando, e isso, sem ajuda de fora. De vez em quando, aparece um ou outro se apresentando como fruto do nosso ministério. São pessoas que a gente conheceu na infância e adolescência, e que hoje, são seguidores fiéis de Cristo. Segundo relatos delas, fomos nós quem semeiamos a Palavra em seus corações.
Úrsula: Primeiramente, nós sabemos que estamos aonde Deus nos colocou, e isso nos faz crer que estamos no centro da vontade de Deus. Depois, ganhamos muitos amigos e famílias aqui no Brasil. Em momentos difíceis foram brasileiros e colegas missionários que estavam do no nosso lado nos dando ajuda. Para mim, o momento mais difícil foi quando tínhamos de transferir o meu marido depois de um acidente de Bom Jesus com um Aero Taxi para Belém. Segundo os médicos, chegamos a tempo para ele não perder a perna acidentada. Os meninos eram ainda todos pequenos, mas nesse exato momento tínhamos uma jovem professora conosco que tomou conta dos meninos enquanto eu fui com Beat para Belém.

4. Em congressos missionários podemos ver claramente Deus despertando jovens para o chamado missionário. Que conselhos vocês dariam para esses jovens missionários que desejam trabalhar com missões, especialmente no sertão?
Beat: A urgência é grande, mas jamais devemos rejeitar um bom preparo e uma maior qualificação, por causa disso, não há nada melhor e mais importante em nossas vidas do que nos dedicarmos na obra do Senhor. Vale a pena!
Ursula: Coloquem em cada situação Deus em primeiro lugar e todas essas coisas (do dia a dia) vão ser resolvidas. Às vezes, nos deixamos nos levar pelo trabalho, mas é muito importante ter cada dia um tempo com Deus, ler a Bíblia e orar.

5. E por falar em sertão, por que o sertão nordestino, apesar dos seus enormes desafios, ainda é uma das poucas opções para Missões?
Beat: A fidelidade à tradição não permitiu por décadas, que o evangelho se espalhasse muito no meio do povo. Hoje, por causa da globalização e da internet, a cultura está se mudando muito rápido e o povo está se abrindo para o evangelho. Essa abertura também traz muitos problemas e misérias. A droga está tomando conta dos jovens sertanejos que têm pouca ou nenhuma perspectiva para suas vidas. Milhões vivem isolados e distantes de cidades e a igreja de Cristo ainda não percebeu seu papel de levar o evangelho também para a sua zona rural.
Ursula: Eu acho, que muitas vezes, falta a renúncia total dos jovens. Fazer missões não é uma profissão, é uma vocação!

6. Em Maio vocês retornarão para a Suíça. Continuarão trabalhando com Missões? Quais são seus projetos a longo e curto prazo?
Beat: Nada é definido, ou seja, a Ursula vai, a princípio, ganhar o pão de cada dia. Eu vou primeiro analisar e sondar possibilidades. Eu vejo que poderia divulgar a necessidade de missões no sertão nas igrejas brasileiras, mas também ajudar no preparo de novos missionários.
Ursula: Missão sempre vai ter um lugar especial no meu coração, agora na Suíça. Eu estou procurando um trabalho como professora. Meu campo missionário vai ser a escola oficial da Suíça, alunos e colegas.

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EXPERIMENTE: Inúmeras pessoas rendidas aos pés de Cristo!

07/02/2018
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Após o CIMA, que aconteceu dos dias 20 a 26 de janeiro, em Demerval Lobão (PI), foi a vez dos participantes colocarem em prática tudo o que aprenderam nestes dias de evento. O EXPERIMENTE é uma prática missionária que visa treinar e capacitar para missões. Este ano, os inscritos tiveram um leque de opções, dentre eles, a Aldeia Indígena em Barra do Corda (MA), Nazária (PI), Povoado Vista Alegre (Altos-PI), Teresina e zona rural de São Raimundo Nonato (PI).
Quem optou pela comunidade Nova Zabelê, na zona rural de São Raimundo Nonato, além de poder desfrutar das belezas da Serra da Capivara, ainda teve muitosdesafios e principalmente bênçãos para contar. É o caso da piauiense Virgínia Magalhães. “O Experimente foi uma experiência rica e cheia de desafios Foi maravilhoso. Visitamos umas 70 pessoas e 29 aceitaram a Jesus. Sentimos a presença de Deus e Ele nos capacitava a fazer a Sua obra. Graças a Deus, as pessoas daquela comunidade eram muito receptivas, nos recebiam com muito carinho e isso facilitou nosso trabalho”, disse.

A curitibana Isadora Damásio, da Igreja Batista Maranata, desfrutou de momentos de intensa comunhão com sua equipe e viveu experiências valiosas. A localidade escolhida foi o povoado quilombola Peri Peri, em Amarante (PI): “O CIMA 2018 foi um presente, principalmente como é ser um missionário, saindo do nosso conforto, indo a outra cultura e falar do amor de Jesus. Após o tempo de estudos e ministrações tivemos oportunidade de viver uma experiência prática. Éramos sete pessoas e foi incrível a forma como Deus nos aproximou ao ponto das pessoas do povoado verem algo diferente em nós através de uma amizade sincera e verdadeira. Na verdade, Deus usou isso como forma de evangelismo e muitas pessoas foram tocadas pelo amor cristão que nutrimos uns pelos outros”.
Como estratégia de evangelismo, nada melhor do que o próprio testemunho para sensibilizar e impactar vidas. E foi isso o que a equipe usou como ferramenta para missões: “Usamos nosso testemunho como ferramenta principal. Fomos de casa em casa orar pelas pessoas e apresentar a elas o evangelho por meio do livro sem palavras. Para a glória de Deus, 12 pessoas foram salvas e declararam Jesus como Senhor e Salvador, mas houve uma pessoa em especial que mexeu bastante com toda a equipe. Trata-se de uma adolescente de apenas 13 anos que mostrava ter uma bagagem muito grande de sofrimento, que a princípio não estava muito aberta para o evangelho, mas Deus tocouo seu coração ao ponto dela vir até nós e assim compartilhar o fato de que, como nós, apesar do pouco tempo de convivência e já termos um laço de amizade tão profundo. Isso tocou no coração dessa moça e com base nisso, aproveitamos para falar do amor de Deus, pois ela se sentia abandonada. Deus nos usou para falar do amor de Jesus e ela aceitou o Senhor como Salvador de sua vida. Sem dúvidas, Deus nos abençoou e cuidou de tudo a todo o momento. Pessoas viram Jesus em nós sem ao menos precisarmos abrir a boca. O trabalho foi tremendo”, informou.

A jovem Letícia da cidade residente do município de Taió, em Santa Catarina, viu em Teresina (PI) um grande potencial para fazer missões. O bairro escolhido foi Nova Teresina, conhecido pelos inúmeros assaltos, homicídios, prostituição e drogas, devido à escassez de um policiamento mais eficaz. Mas isso não abalou a equipe, que como todo missionário que arde de paixão por Jesus, ouviu e obedeceu ao IDE de Cristo: “Conheci o CIMA através do Vitor e sua esposa Débi e imediatamente meu coração queimou por isso. Inscrevi-me para as duas etapas, Descubra e Experimente. Foram 6 dias intensos com treinamento e palestras de capacitação em missões, Música e Missão, Evangelismo pessoal e vários outros temas relacionados à vida cristã e missões. Depois disso, seguimos para a Etapa Experimente. Minha Etapa Experimente teve duração de 05 dias e ocorreu em Nova Teresina, bairro muito carente de Teresina/Piauí. Fomos acompanhados pelo Pr. Pedro Farias da ADM de Nova Teresina e pudemos ver o quanto aquelas pessoas precisam conhecer e viver o amor de Deus. Lá o tráfico de drogas é intenso e a prostituição também. As casinhas são de sapê e as condições de vida são precárias, literalmente precárias. Quantas histórias, quantas pessoas presas no vício das drogas, sem condições para nada!”
A jovem ressaltou a importância de se compreender a cultura de um determinado local para uma melhor eficácia no evangelismo: “Tudo que vi e vivi nestes dias transformou minha visão de mundo. Pude compreender o quanto uma cultura é diferente da outra e o quanto devemos e precisamos respeitar isso pois só assim conseguiremos responder ao IDE da melhor forma. Proclamamos o evangelho em muitos lares e fomos recebidos com muito amor em praticamente todas as casas que visitamos. Só tenho a agradecer a Deus pela experiência, por Ele permitir que levássemos o evangelho a cada pessoa que conversamos enquanto estivemos lá. Valeu a pena cada segundo, fica a gratidão em ver o quanto Deus tem feito através do Pr. Pedro, ver o quanto ele doa sua vida para ajudar as pessoas daquele bairro. Todo cristão deveria passar por uma experiência assim, espero que para mim, este seja apenas o começo!”, disse.

O povoado Vista Alegre, localizado na zona rural de Teresina, também pôde experimentar do amor de Deus através do trabalho dos missionários. O pastor Anderson Rosa, de Santana de Parnaíba (SP) descreveu momentos de carinho e de aprendizagem durante CIMA e Experimente: “O evento em si foi maravilhoso. Minha equipe era composta por cinco pessoas e tivemos muita harmonia, uma comunhão muito grande para desenvolvermos todo nosso trabalho. Logo no primeiro dia, presenciamos testemunhos fortes de pessoas que passavam por dificuldades financeiras e que perderam seus entes queridos. Todos foram muito atenciosos, nos receberam muito bem. O Wesley se desenvolveu muito bem como palhaço, a Samia com sua desenvoltura com crianças, a Valdelícia também e pastora Mary Rosa com visitas e teatro. Crianças aceitaram a Jesus, pessoas foram tocadas de uma forma maravilhosa. No ultimo dia, a nossa casa ficou lotada de jovens , adolescentes e crianças.Ficamos cantando e conversando. Foi muito choro e muito carinho. É um povoado que precisa de muita atenção, mas graças a Deus o pastor Davi está desenvolvendo um bom trabalho ali. Agradeço a Deus por participar de um evento como esse e recomendo a todos que participem pois assim entendemos o que é realmente missões”.

 

Para quem deseja participar do CIMA temos uma ótima notícia. A novidade é que em 2019, teremos dois CIMAs. Isso mesmo! Um deles acontecerá em São Paulo, dos dias 12 a 18 de janeiro; o outro, ocorrerá novamente no sítio Rancho da Lua, em Demerval Lobão dos dias 21 a 27 de janeiro. Aproveite então, e comece logo a preparar-se para estes dias que com certeza serão de grande enriquecimento espiritual para sua vida e ministério.

 

 

Ismênia Noleto

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A contribuição de igrejas fortes para a evangelização do Sertão.

07/02/2018
de Davi
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Durante os últimos 20 anos a igreja brasileira cresceu numericamente de forma rápida e assustadora. Novas igrejas e Ministérios nascem a cada canto e lugar do país, buscando uma forma de “ser igreja” diferente da estrutura herdada, focando em responder as demandas e necessidades da geração do século XXI. As motivações para o crescimento e desenvolvimento podem ser questionáveis em alguns aspectos, mas é fato de que novas comunidades estão surgindo, se organizando e fortalecendo.

O “boom” desse crescimento trouxe problemas. O primeiro é a falta de um discipulado consistente e coerente com a proposta bíblica. Uma multidão de pessoas vindo a Cristo sem receber a orientação básica para a vida cristã, crescendo “aos trancos e barrancos”. Alguns não suportam as dificuldades da “nova vida”, suas “guerras”, “batalhas” e atropelos; e o inevitável acontece: desviam-se! O número hoje de “desviados” ou “sem igreja” pontua a quase 30%. O segundo é o despreparo da liderança espiritual. A demanda do crescimento impede o aperfeiçoamento no campo teológico, pessoal, familiar, ético, eclesiástico e organizacional. Alguns nem podem buscar a capacitação por falta de informação, distância geográfica ou recursos financeiros. O terceiro é o foco “ensimesmado” das novas igrejas. Elas buscam desesperadamente crescer e manter esse crescimento. São por vezes alimentadas na busca do “sucesso ministerial” espelhado na visão do pastor “x”, da igreja “y” ou do ministério “tal”. O frenesi é tanto que as novas igrejas e ministérios não conseguem ir além de si. São ainda “bebês” e óbvio, não podem dar, porque precisam desesperadamente receber.

Em contra partida, há uma igreja sólida, forte, robusta, madura e preparada no Brasil. Sua linha é bíblica; sua liderança é capacitada; seus ministérios são “vivos”, coerentes e equilibrados; sua visão é de mão dupla: “pra dentro” e “pra fora” (da igreja). São igrejas que vão além de si. Descobriram o “reino”. Estão prontas a estabelecer parcerias e desenvolver projetos além das estruturas denominacionais ou ministeriais. Entenderam o valor de “dar”. Essas igrejas não são muitas, mas estão despontando com seus ministérios e servindo.

Há uma outra foto da igreja brasileira: a igreja pobre! Aquelas cujos líderes dão de si, sem terem muito. Que saem de longe a pé ou no lombo de um animal para dar assistência espiritual aos que precisam. São igrejas que não sonham em ser grandes (na verdade nem pensam nisso) ou ser destaque na mídia evangélica. Igrejas que apenas querem o mínimo para ministrarem por serem literalmente “pobres.” Igrejas que precisam de bíblias, folhetos, roupas, livros, treinamento e mobilização missionária.

São igrejas que vivem e sobrevivem no anonimato, longe das reportagens de “magazines” evangélicas; longe dos sites; longe dos murais das grandes igrejas e ministérios. São igrejas muitas vezes esquecidas por suas denominações. São igrejas cujos membros gastam horas a pé para receber uma mensagem de Deus para suas vidas. Igrejas cujas crianças não possuem nenhuma “tia” capacitada para lhes ensinar. Igrejas que não têm material didático para crianças, jovens ou adultos. Igreja cujos membros não sabem nem ler e por isso a Bíblia é um livro escondido para suas mentes e corações.

São igrejas sertanejas; igrejas no sertão do nordeste brasileiro. Um exemplo é a igreja de “Vila Carneiro” no sertão baiano, cujo o obreiro é vendedor, mas sua pequena igreja mantém uma pequena congregação em “Lagoa da Vaca”, no sertão do sertão baiano. São igrejas no sertão do Maranhão, Piauí, Ceará, Alagoas, Sergipe, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraíba e Bahia. Igrejas no interior de tantos outros lugares do Brasil desconhecido.

A esperança de várias igrejas do sertão nordestino são suas “irmãs” mais abençoadas. Essa oportunidade de abençoar essas igrejas do sertão, é algo bíblico. Paulo nos dá o exemplo em 2 Coríntios 8.1-9.15 quando fala da coleta de dinheiro para os crentes pobres de Jerusalém. Ela cita essa coleta em 1 Coríntios 16.1-4. Paulo considerava que o ofertar material era uma forma espiritual de reconhecer que o evangelho chegara até eles por meio dos judeus cristãos. Paulo queria resgatar essa dívida e estimulava a igrejas, baseada na graça, ou seja, na benção que Deus lhes havia dado (2 Co 8.1) para que pudessem ser generosas e abençoar quem os abençoara.

Há alguma aplicação desse princípio para nós hoje? Acredito que sim. Muitas igrejas fortes nas capitais do nordeste, no centro-oeste, sudeste e sul do Brasil conseguiram crescer e desenvolver graças a um grupo migratório do sertão do nordeste. Diversos líderes e pastores desenvolveram sua formação teológica e não permaneceram em suas origens, não porque não quisessem, mas porque as condições familiares econômicas não permitiram. Não só o Brasil desenvolveu economicamente graças ao trabalho migratório do sertanejo, mas também boa parte da igreja brasileira sadia. Há um débito da igreja forte brasileira para com a igreja pobre e sertaneja.

Para “pagar” esse débito espiritual acredito que devemos começar com líderes espirituais de igrejas fortes e estabelecidas nas capitais do nordeste. Essa é a primeira consciência. Os olhos desses líderes precisam voltar para seus irmãos no sertão. Recordo-me de um pastor em Belo Horizonte dizendo-me que estava plenamente envolvido com igrejas no Vale do Jequitinhonha (uma região muito pobre e miserável em Minas Gerais) porque uma parte de seus líderes que serviam fielmente a igreja vieram daquela região. Acredito que o caminho seja esse. A liderança dessas igrejas deveria estar consciente desse débito, mapear sua igreja para saber a origem de sua membresia, organizar um plano definido para abençoar a igreja sertaneja e estabelecer parceria (denominacionais ou não) com outras igrejas. E fazer o trabalho. Estou certo de que haverá um forte impacto na igreja.

Artigo de Roberto Amorim retirado do livro “O Grito do Sertão Nordestino”,  organizado pelo pastor Beat Roggensinger

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CIMA atrai e desafia jovens para missões.

25/01/2018
de Davi
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Com mais de 120 participantes, o CIMA 2018 – Apenas Testemunhas, está sendo realizado no Centro Evangélico Rancho da Lua atraindo a participação de jovens que desejam trabalhar e se envolver com missões. No evento, estão presentes palestrantes renomados que debatem temas atualizados e desafiadores.

Um dos palestrantes é o diretor da JUVEP, pastor Sérgio Ribeiro. “Essa é a minha primeira vez no CIMA e estou entusiasmado e principalmente feliz, por ver tantos jovens com interesse por missões. Acho que nossa juventude precisa exatamente de eventos como esse para acenderem neles o foco missionário. É preciso que haja um avivamento por missões e também compromisso pela obra missionária, seja dentro, ou fora da igreja. Isso fará a diferença! Deus quer usar a nossa juventude para missões”, afirmou.

E por falar em juventude, Sara Katrine Watne, de Lillesand da Noruega é uma das participantes que veio ao Brasil para Intercambio Cultural de um ano. Seu foco é adquirir mais conhecimentos, além de experiência e, sobretudo, trabalhar com missões. “Quero aprender mais de Deus e fazer novas amizades, também tenho interesse em participar do CIMA lá na Suiça. Acho que vai ser uma grande benção em minha vida”, destacou.

Experimente – Estágios práticos

Vale ressaltar que após o CIMA, os participantes terão a oportunidade de escolherem algumas localidades para colocarem em prática seus conhecimentos adquiridos no evento. O EXPERIMENTE, que acontecerá nos próximos dias 26 a 31, visa capacitar e treinar jovens para missões. Para quem deseja trabalhar com índios, a Aldeia Indígena em Barra do Corda (MA) é uma boa opção. Outras ótimas opções são para Nazária (PI), Povoado Vista Alegre (Altos-PI), Teresina e zona rural de São Raimundo Nonato (PI).

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CMM atua como agente de capacitação e treinamento de obreiros para o Sertão.

11/01/2018

O CMM-Curso de Missões e Ministérios iniciou mais um módulo no dia 05/01 e encerrou no dia 18/01, no sítio Rancho da Lua. Cerca de 30 participantes oriundos do Piauí, Ceará, Bahia e Maranhão, membros das denominações AICEB, CICEB, Assembleia de Deus e Igreja Evang. da Confissão Luterana Brasileira receberam preparo e capacitação para exercerem seus ministérios no Nordeste.

Prática no povoado Vista Alegre.

Além das aulas teóricas, os alunos têm a oportunidade de colocarem em prática seus conhecimentos adquiridos em sala de aula, isso através de estágios e ações missionárias no campo. As práticas são acompanhas por mentores e conselheiros que os desafiam a descobrirem seus chamados e assim, progredirem em sua caminhada ministerial. Com duração de quatro anos, o aluno pode ingressar a qualquer momento no curso, desde que faça o módulo introdutório.

 

 

Turma de formandos do CMM 2018

“Destes alunos, 8 a 10 já atuam em povoados e temos seis formandos este ano. Os formandos são aptos para pastorear, fundar igrejas e congregações, serem missionários em diversos contextos, principalmente no Sertão, além de poderem liderar qualquer atividade missionária na igreja, mas quem decide o que podem e o que não podem, são as igrejas responsáveis. Algumas igrejas exigem o bacharel; outras denominações autorizam obreiros a atuarem desde que estejam sob tutela de outro pastor”, afirmou o pastor e diretor do CMM, Simon Reifler.

 

Esta é a primeira vez do aluno Olidoni. Para ele, o curso está ampliando seus conhecimentos espirituais. “Estou achando tudo muito bom. A cada dia aprendo e me aprofundo ainda mais na Palavra de Deus. Já trabalho como missionário há um ano e meio evangelizando em povoados e fico na direção de cultos, por isso, achei importante participar do CMM pois o curso servirá para me aprofundar no meu ministério”, disse.

 

Para mais informações acesse: www.cmmnordeste.com

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